Os desvios de 232 milhões do metrô de SP no bolso de quem?

Os desvios de 232 milhões do metrô de SP no bolso de quem?

Os desvios de 232 milhões do metrô de SP no bolso de quem?

Segundo o Ministério Público de São Paulo, o cartel de empreiteiras nas obras da Linha 5-Lilás do Metrô paulista provocou um prejuízo de R$ 232 milhões aos cofres públicos, registra o Estadão. Nesta sexta-feira, a Justiça condenou 13 executivos ligados a 12 empreiteiras por formação de cartel e fraude à licitação nas obras da Linha 5-Lilás.

A condenação prevê 8 e 9 anos de reclusão por fraude a licitação e cartel.

VEJA A LISTA DE CONDENADOS E AS PENAS
ANUAR BENEDITO CARAM: 9 anos
FLAVIO AUGUSTO OMETTO FRIAS: 9 anos
SEVERINO JUNQUEIRA REIS DE ANDRADE: 8 anos
ADELMO ERNESTO DI GREGÓRIO: 9 anos
DANTE PRATI FAVERO 9 anos
MARIO PEREIRA: 8 anos
RICARDO BELLON JÚNIOR: 9 anos
DOMINGOS MALZONI: 8 anos
CARLOS ARMANDO GUEDES PASCOAL: 8 anos
MARCELO SCOTT FRANCO DE CAMARGO: 9 anos
ROBERTO SCOFIELD LAUAR: 9 anos
JORGE ARNALDO CURI Y AZBEC JÚNIOR E EDUARDO MAGHIDMAN: condenados, mas como fizeram delação premiada o juiz impôs a eles restritivas de direitos

O que gostaríamos de saber são as ligações políticas, quem levou o jabá por estes atos de lesa pátria?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No processo, as defesas se manifestaram desta forma:

COM A PALAVRA, A DEFESA DE ANUAR BENEDITO CARAN
A defesa de Anuar Benedito Caran, em alegações finais, pediu sua absolvição e apontou a confissão espontânea do executivo ‘a fim de contribuir com a obtenção da verdade real e prevenir eventual erro judiciário’. Indicou a atipicidade do crime de cartel.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE FLÁVIO AUGUSTO OMETTO FRIAS
A defesa também pediu sua absolvição e a consequente improcedência da ação penal. Sustentou que em nenhum momento participou de ‘quaisquer infrações penais no âmbito da concorrência pública’.

COM A PALAVRA, SEVERINO JUNQUEIRA REIS DE ANDRADE
Preliminarmente, a defesa arguiu a inépcia da denúncia ‘pela não descrição das condutas’ a ele imputadas. Seus advogados alegaram ainda ‘ausência de justa causa’.

COM A PALAVRA, ADELMO ERNESTO DI GREGORIO E DANTE PRATI FAVARO
A defesa também arguiram a inépcia da denúncia da Promotoria, ‘dada a falta de descrição de qualquer conduta concreta ou individualizada’.

COM A PALAVRA, MARIO PEREIRA
A defesa se manifestou pela improcedência da ação penal e pediu extinção da punibilidade por causa da prescrição, considerada sua idade, além de alegar nulidade da prova.

COM A PALAVRA, RICARDO BELLON JÚNIOR
Em alegações finais apresentadas por sua defesa, o executivo argumentou ‘violação à ampla defesa’ e à vedação ao anonimato, ‘tendo em conta inexistir nos autos qualquer informação sobre a origem da fonte que deu suporte à denúncia’.

COM A PALAVRA, CARLOS ARMANDO GUEDES PASCHOAL
Os advogados de Carlos Armando Guedes Paschoal (CAP) arguiram a incompetência da Justiça Estadual para processar e julgar o caso dado o financiamento do BNDES nas obras. A defesa de CAP também alegou inépcia da denúncia pela falta de individualização da conduta.

COM A PALAVRA, ROBERTO SCOFIELD LAUAR E DOMINGOS MALZONI
A defesa dos executivos pediu suas absolvições. Os advogados afirmam que a denúncia não apontou condutas penais típicas, ‘restando inaceitável a descrição genérica’.

COM A PALAVRA, EDUARDO MAGHIDMAN
A defesa de Eduardo Maghidman sustentou a ausência de sua participação nos fatos apontados na acusação do Ministério Público.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE MARCELO SCOOT FRANCO DE CAMARGO
A defesa de Marcelo Scott Franco de Camargo apontou a inépcia formal da acusação ‘uma vez ausente a descrição dos fatos tidos como delituosos’.

COM A PALAVRA, JORGE ARNALDO CURI YAZBEK
A defesa de Jorge Arnaldo Curi Yazbeck pediu perdão judicial.corrupção

Fonte: Estadão / Antagonista

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com