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Congresso brasileiro, a origem da corrupção.

O Estadão, em uma pesquisa, diz que um terço do Congresso é acusado de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, assédio sexual, estelionato ou é réu em ações por improbidade administrativa com dano ao erário ou enriquecimento ilícito.

No total, são 160 deputados e 38 senadores. Pense bem sobre isso. Um terço está comprometido com crimes dos mais diversos e estão lá sendo reeleitos eternamente e gozando do foro previlegiado e isso não acaba pois são eles mesmos que fazem as leis que os protegem.

O que fazer definitivamente?

Uma das boas ideias que surgem pe o Recall, lei que prevê a destituição do político antes do fim do mandato por questões de envolvimento em crimes ou improbidade. O Recall tem sido defendido por Thomas Korontai.  Recall significa o poder de cassar e revogar o mandato de qualquer representante político, pelo eleitorado; é chamar de volta para “reavaliação” popular um mandatário improbo, incompetente ou inoperante.

A iniciativa já existe na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)  através da (PEC 21/2015) que cria a possibilidade de recall para a revogação, pelos eleitores, dos mandatos de presidente da República, governador, prefeito, senador, deputados (federal, estadual ou distrital) e vereadores pelos eleitores. A proposta é de iniciativa do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), mas recebeu substitutivo do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que restringe o recall ao cargo de presidente da República.

 

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