Ativistas das redes estavam certos, médicos cubanos eram agentes comunistas infiltrados.

Ativistas das redes estavam certos, médicos cubanos eram agentes comunistas infiltrados.

Ativistas das redes estavam certos, médicos cubanos eram agentes comunistas infiltrados.

O escândalo em torno dos médicos cubanos que trabalhavam como escravos virtuais no Brasil está crescendo: alguns deles entraram com uma ação em Miami contra a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

O processo foi apresentado na sexta-feira (30) e afirma que a organização da ONU não apenas supervisionou o programa Mais Médicos, mas embolsou milhões no esquema. Enquanto isso, os médicos recebiam apenas uma pequena parte dos seus salários.

A revista Crusoé indicou o nome de quatro médicos cubanos que processam a Organização Panamericana de Saúde (Opas) por ter lucrado com trabalho escravo no Brasil: Ramona Matos, Tatiana Carballo, Fidel Cruz Rodriguez e Russela Margarita Rivero.

No processo, obtido pela revista, eles contam como era o preparo que recebiam na ilha, antes de embarcar para trabalhar no Mais Médicos.

Segundo O Antagonista, os médicos cubanos eram treinados para doutrinar brasileiros — em prol de Cuba e também de partidos amigos da ditadura comunista.

 

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