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A audácia dos negócios escusos põe no colo da PGR o impedimento de Gilmar. E agora Raquel?

o MPF pediu o impedimento de Gilmar Mendes nos casos envolvendo Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio preso na Operação Jabuti. No ofício, os procuradores justificaram a suspeição com base num repasse de R$ 50 mil da Fecomércio para o IDP, em 2016. O valor consta de relatório de inteligência da Receita Federal. O mesmo documento registra um total de R$ 4,4 milhões em pagamentos à Fundação Getúlio Vargas, nos anos de 2013, 2014, 2016 e 2017. A FGV possui convênio com a Fecomércio para a prestação de consultorias, auditorias e realização de eventos – inclusive os seminários do IDP, no Brasil e em Portugal.

Hoje completa 1 mês do segundo pedido de impedimento de Gilmar Mendes apresentado pelo MPF do Rio. Os procuradores querem o ministro fora das ações que envolvem o empresário Orlando Diniz, que financiou, via Fecomércio, seminários organizados pelo IDP em parceria com a FGV. Raquel Dodge ainda está em silêncio. No primeiro pedido de impedimento, envolvendo Jacob Barata, a PGR não viu razões para incomodar Gilmar. O ANTAGONISTA

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