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Operação Integração chega ao Governo do Paraná e aos famosos pedágios

A operação Intergração chegou para pegar os esquemas de corrupção e em contratos com as empresas de pedágio que remontam o governo Jaime Lerner. Veremos no decorrer do andamento a que profundidade chegaremos a conhecer o tamanho dos esquemas que vão se estender opr outros estados e concessionárias.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Integração, 48ª fase da Lava Jato.

Policiais federais, servidores da Receita Federal e membros do Ministério Público Federal participam da ação realizada simultaneamente nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Estão sendo cumpridos 50 mandados de busca e apreensão e 07 mandados de prisão temporária.

Segundo a PF, a investigação tem como foco a apuração de casos de corrupção ligados aos procedimentos de concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do chamado ANEL DA INTEGRAÇÃO.

Nas investigações se detectou o uso das estruturas de lavagem de dinheiro reveladas na Operação Lava Jato para operacionalizar os recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente através dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran.

Uma das concessionárias se utilizou dos serviços de Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran para operacionalizar, ocultar e dissimular valores oriundos de atos de corrupção. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos do DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DER/PR – Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná e Casa Civil do Governo do Estado do Paraná.

A ação tem por objeto a apuração, dentre outros, dos crimes de corrupção, fraude a licitações e lavagem de ativos.

As ordens judiciais foram determinadas pelo Juízo Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

 

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirma, em coletiva agora, que o esquema desbaratado hoje pela Operação Integração não tinha “sofisticação”.

A a existência de “várias camadas”, porém, dificultou o rastreamento do dinheiro.

O procurador Diogo Castor de Mattos acrescentou que em comparação com outros esquemas já desvendados pela Lava Jato, o do Paraná pode ser considerado “bem rudimentar”.

Ao autorizar os mandados de prisão (6) e de busca e apreensão (55) no âmbito da Operação Integração, o juiz Sergio Moro entendeu haver indícios dos seguintes crimes no esquema envolvendo concessionárias de estradas no Paraná e agentes públicos: associação criminosa, peculato, estelionato, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

O Antagonista apurou que o governador Beto Richa também é investigado pelos crimes apurados na Operação Integração, que prendeu seu assessor Carlos Nasser. Sua investigação subiu no fim do ano passado para o STJ e foi esquecida dentro de alguma gaveta. O foro privilegiado, portanto, livrou o tucano de ser preso hoje.

Fonte O Antagonista

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