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“Nós desarmamos o cidadão, mas não armamos o Estado” | Essa é a intenção.

“Nós desarmamos o cidadão, mas não armamos o Estado” | Essa é a intenção.

Os planos de desarmar a população com a falsa ideia de que isso “diminuiria” a violência, como se até então fosse a população que estivesse gerando a violência, é o plano da ONU balizado na estratégia de Max e Lenim para se implantar o comunismo em um país.

Em contra partida, o tráfico de armas seria facilitado pelo sucateamento do Exército que toma conta das fronteiras e do afrouxamento das leis que PUNE com rigor o olicial e cidadão que reagir a uma agressão por “arma de fogo” seja ela registrada em seu nome ou não. Com esse afrouxamente e leis que protegem “menores” o tráfico pôde expandir e conquistar “trabalhadores” menores, que não podem trabalhar em empresas pois é crime, mais pode “trabalhar” para o tráfico, matar, estuprar, trucidar que nada os alcança.

Portanto a declaração de um dos comparsas do crime organizado disse uma verdade sob a neurolinguística de protesto:

“Nós temos que fazer algo integrado. O Exército apreende armas poderosas nas fronteiras e elas são destruídas. Nós desarmamos o cidadão com o Estatuto do Desarmamento, mas não armamos o Estado”, disse Eunício à Rádio Senado.

Só reafirmou o compromisso de comunização e destruição da sociedade, foram verdades faladas com ar de prepotência do ventre.

QUEM É EUNICIO DE OLIVEIRA – Vide mat´ria do jornal Nexo

Lava Jato Eunício foi citado na delação premiada do ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho, como suposto destinatário de R$ 2,1 milhões em troca de esforços para aprovação da Medida Provisória 613, de interesse da empreiteira. O texto tratava, entre outras coisas, de isenções para indústria do setor químico. O senador já havia sido citado por outro delator, o diretor da Hypermarcas Nelson José de Mello, que afirmou ter repassado R$ 5 milhões à campanha de Eunício para governador do Ceará em 2014 por meio de contratos fictícios. Eunício é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal relacionados à Lava Jato, e até o momento não foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República.

O senador nega qualquer irregularidade, afirma que todas as doações que recebeu foram regulares e que “constar um nome na lista de um processo de investigação não é sentença”. Também diz que “nunca autorizou ninguém a negociar recursos em seu nome em troca de favorecimento a qualquer empresa”. No campo profissional, várias empresas e contratos com governos Eunício trilhou uma carreira ascendente de empresário. Tem companhias que atuam nos setores de transportes de valores, segurança privada e venda de alimentos, e é proprietário de uma fazenda de 21 mil hectares em Goiás, equivalente a 21 mil campos de futebol. R$ 99 mi é o patrimônio declarado de Eunício É o segundo senador mais rico em atividade — só perde para Tasso Jereissati (PSDB-CE), que declarou patrimônio de R$ 389 milhões em 2014. Ele costuma dizer que não precisa usar a cota de passagens aéreas disponibilizada pelo Senado, já que possui um avião particular.

Algumas das empresas de Eunício se beneficiaram de contratos milionários com o poder público e empresas estatais. Duas delas — a Confederal e a Corpvs, que prestam serviços de vigilância, limpeza e transporte de valores — têm contratos no valor de R$ 703 milhões com bancos controlados pela União, como o Banco do Brasil e a Caixa, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”. A cifra corresponde aos pagamentos previstos de 2011 a 2019. Outra empresa que pertenceu a Eunício, a Manchester Serviços, fornecedora de mão de obra terceirizada, fechou contratos de quase R$ 1 bilhão com a Petrobras entre 2007 e 2011.

O senador vendeu suas cotas na empresa em 2011, após surgirem suspeitas de direcionamento de contratos com o governo do Distrito Federal e fraude em uma licitação da Petrobras. Ao jornal “O Estado de S.Paulo”, Eunício disse que se afastou legalmente da administração de suas empresas em 1998, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez. Desde essa data, afirma, os executivos contratados para gerir as companhias são responsáveis pelos contratos. Ele ressalta também que as empresas fornecem serviços tanto à iniciativa privada quanto ao poder público

Fonte: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/07/07/Quem-%C3%A9-Eun%C3%ADcio-Oliveira-que-preside-o-Brasil-por-tr%C3%AAs-dias


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