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Motorista do Mariguela avança a passos largos para humilhar e encriminar imagem do Governo Militar

O Ministério das Relações Exteriores vai pedir ao governo dos Estados Unidos a liberação dos documentos produzidos pela Agência Central de Inteligência (CIA, sigla em inglês) sobre a ditadura civil-militar no Brasil. O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, instruiu a embaixada brasileira em Washington, nos EUA, a solicitar a liberação completa dos registros sobre esse tema.

A medida é em resposta à solicitação do Instituto Vladimir Herzog, que enviou uma carta na última sexta-feira (11) ao Itamaraty pedindo que o governo federal a liberação dos documentos que registram a participação de agentes do Estado brasileiro em ações de tortura ou assassinato de opositores do regime.

Comentários da RedeBrasil.NET: Ditadura civil-militar em 1964?  Supomos que hoje então poderemos chamar de: ditadura civil-da-nova-República, ou quem sabe ditadura populista-1985 , ditadura corrupto-política, ditadura civil-intitucional ? POdemos arrumar uns 200 nomes para a ditadura que está em vigor.

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes ( Motorista do assaltante, traidor, comunista, assassino e terrorista Mariguela), instruiu a embaixada brasileira em Washington, nos EUA, a solicitar a liberação completa dos registros – José Cruz/Arquivo Agência Brasil A carta é assinada por Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, morto durante a ditadura. Na época, o Exército divulgou a versão de que o jornalista teria cometido suicídio na prisão.

Comentários da RedeBrasil.NET: ô Luizinho, vamos tirar o carimbo de TOP SECRET do processo de Dilma Roussef e dos empréstimos SECRETOS a países da Africa e Cuba, o que você acha ?

Documentos que vieram a público, na semana passada, mostram novos fatos sobre a participação do Estado na execução e tortura de opositores da ditadura. De acordo com registros da CIA, os generais Ernesto Geisel, presidente do Brasil à época, e João Figueiredo, então diretor do Serviço Nacional de Informações (SNI), e que assumiu a Presidência da República depois de Geisel, sabiam e concordaram com execução sumária de “inimigos” da ditadura militar no Brasil.

Também participaram da reunião em que Geisel foi informado da política de execução, os generais Milton Tavares de Souza, então comandante do Centro de Inteligência do Exército (CIE) e seu sucessor, Confúcio Avelino.

Datado de 11 de abril de 1974, o documento, assinado pelo então diretor da CIA, Willian Colby, e endereçado ao então secretário de Estado dos EUA, Henry Kissinger, diz que Geisel foi informado, logo após assumir a Presidência da morte de 104 pessoas opositoras da ditadura no ano anterior.

Comentários da RedeBrasil.NET: 104 opositores ou subversivos mortos em combate?

O informe relata ainda que após ser informado, Geisel manteve a autorização para execuções sumárias, adotada durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici (1969-1974). Geisel teria feito a ressalva de que os assassinatos só ocorressem em “casos excepcionais” e envolvendo “subversivos perigosos”.

“O senhor, assim como nossa família, sabe o que foi o terror e a violência promovida pela Ditadura Brasileira. Uma nação precisa conhecer a sua história oficialmente para ter políticas públicas que previnam que os erros do passado se repitam”, diz a carta assinada pelo filho de Herzog e dirigida ao ministro Aloysio Nunes.

Comentários da RedeBrasil.NET: Como devemos proteger as futuras geraçõs de políticos ladrões,  assassinos, corruptos, traidores, usurpadores, enganadores, entreguistas que temos hoje em dia?

O Medo que os comunistas tem de uma intervenção se revela em suas ações contra o regime militar de 1964. Não vão largar o osso se graça.

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