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Missão Integral, o engodo comunista para os evangélicos

A missão integral deu suas caras em meados de 2013, tendo destaques um congresso na igreja batista da lagoinha em BH onde o palestrante Antonio Carlos da Costa, conseguiu induzir a mocidade se juntar aos blac blocs na mesma avenida com agencias de carros incendiadas.

 

Teologia da Libertação e a Nova Missão Integral

Ferramentas de Infiltração e Recrutamento nas Igrejas

A missão integral deu suas caras em meados de 2013, tendo destaques um congresso na igreja batista da lagoinha em BH onde o palestrante Antonio Carlos da Costa, conseguiu induzir a mocidade se juntar aos blac blocs na mesma avenida com agencias de carros incendiadas. Na mesma época o Papa recebeu no Vaticano o peruano Gustavo Gutiérrez, pai da Teologia da Libertação, aos 90 anos e o Jornal o Globo entrevistou a assembleiana Marina Silva, que  sobre o aborto, gaysismo e liberação da maconha. Frei Betto é uma das colunas da Teologia da Libertação, faz citação no Pitágoras sobre  o Ovo da Serpente, depois de anos do polemico Batismo de Sangue, Caio Fábio, pai do criador da 1° igreja de gay no RJ e  Ariovaldo Ramos que após seu encontro com Hugo Chavez na Bolivia, fundaram as colunas da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.

O padre Gustavo Gutiérrez completou 90 anos no último dia 8 de junho. De suas ideologias, nascem outros teólogos ideológicos como Leonardo Boff, Hugo Assmann, João Batista Libânio, Juan Luis Segundo, José Míguez Bonino, Elsa Támez e inúmeros outros, identificados com os princípios e a metodologia da teologia da libertação.

No Brasil um dos cabeças da teologia da Libertaçao foi Marina Silva:

 

Em sua coluna do jornal O Globo de 6 de outubro de 2013, Ancelmo Gois fez uma descrição correta da esquerda evangélica:

“A face mais visível do protestantismo na política brasileira é a conservadora bancada evangélica no Congresso, que ataca, custe o que custar, a descriminalização do aborto e a legalização do casamento gay. Mas o que pouco se fala é que existem, há tempos, evangélicos de esquerda. Gente que, durante a ditadura militar, se declarava comunista e participava da luta armada, e que hoje defende o que os conservadores combatem. O historiador Zózimo Trabuco, de 31 anos, estuda o assunto para a sua tese de doutorado na UFRJ: ‘A expressão política da esperança: Protestantismos, esquerdas e transição democrática.’”

Pergunta: Assim como existe a bancada evangélica, existe uma esquerda evangélica?

Zózimo Trabuco: Há setores evangélicos que reivindicam a identidade de esquerda. E, como a esquerda mudou com a experiência do PT no poder, os evangélicos também mudaram. Hoje eles são defensores das minorias [isto é, inclusive ativistas gays] e apoiam a legalização do aborto, o uso de métodos contraceptivos e o casamento gay. Há um grupo de cristãos que participa inclusive da Marcha das Vadias. O político evangélico de esquerda mais conhecido é o senador petista Walter Pinheiro, da Igreja Batista.

Pergunta: Marina Silva é uma representante dessa esquerda evangélica?

Zózimo Trabuco: Não. A trajetória dela é ligada ao catolicismo popular. Ela se converteu ao protestantismo quando já era senadora. As bases evangélicas que se aproximaram dela são conservadoras. Há uma certa pressão por verem nela a chance de o Brasil ter um presidente evangélico.

1. Na Conferência Missão na Íntegra, o maior encontro brasileiro de lideranças da Teologia da Missão Integral (que é a versão protestante da Teologia da Libertação), consta o nome de Marina Silva juntamente com Ariovaldo Ramos como principais preletores.

2. Durante um bate-boca entre Marina e um de seus mais antigos aliados, o deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ), mencionou-se que o partido Rede Sustentabilidade, que ele e ela tentaram fundar, tinha entre seus quadros “pessoas progressistas, de extrema esquerda e também ‘evangélicos de direita.’” Ao ouvir isso, de acordo com o GospelPrime, Marina rebateu: “Quem é evangélica aqui sou eu. Então sou de direita?” Na resposta, ficou claro que a ex-católica, mas não ex-adepta da Teologia da Libertação, não gosta de ser classificada fora da órbita esquerdista.

Teologia da Libertação – A ordem de desarticulação da bancada Evangélica foi dada no 9º Encontro Nacional Fé e Política, realizado no Campus da Universidade Católica de Brasília, emitida por Frei Betto Lider da Teologia da Libertação, o principal palestrante. No qual foi multiplicada para ativistas de todas as Universidades brasileiras. 1°Que no dia 25/11 às 19:30 estaria lançando o Livro Fome de Deus, Fé e Espiritualidade no Mundo Atual, no Auditório do Pitagoras, na Rua Santa Madalena Sasia, 25 – Cidade Jardim, em BH. Tel: 32611501

Frei Betto e o ditador comunista Fidel Castro

 

“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.

“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.

“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.

“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.

Frei Betto é uma das colunas da Teologia da Libertação, Caio Fábio, pai do criador da 1° igreja de gay no RJ e  Ariovaldo Ramos que após seu encontro com Hugo Chavez na Bolivia, fundaram as colunas da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.

A Teologia da Libertação traz, em roupagem mais ou menos cristã, a ideologia socialista — que, basicamente, coloca o Estado socialista como o grande provedor no lugar de Deus. No evento da Universidade Católica, Frei Betto disse:

“Estamos assistindo as outras religiões chocarem o ovo da serpente, expressão que vem do   nazismo dos anos 30, na Alemanha: depois que a coisa esquentou é que muita gente se deu conta.” Fonte: Julho Severo

Em seu livro, Batismo de Sangue, Frei Beto, com  referencia a Carlos Marighela descreve: “existência de um pequeno núcleo de combatentes”

Obedecer a um plano estratégico e tático global, “com base na realidade objetiva”, seria a condição para se garantir “que a guerrilha não venha a ser uma iniciativa isolada, desligada dos grandes objetivos patrióticos perseguidos por nosso povo”.

Deveriam advir “particularmente do setor de operários e camponeses” e passar por “uma boa preparação” que incluiria “o tiro e a marcha a pé, algumas armas e munições, a exploração do terreno, noções de sobrevivência e orientação, e a organização inicial de apoio logístico, incluindo a coleta de recursos de todos os tipos”.

Tudo isso seria feito sob “o segredo, a vigilância e a segurança mais absoluta, a proibição rigorosa do uso de papéis e cadernetas com nomes e endereços escritos, planos c apontamentos, que podem vir a cair nas mãos do inimigo. Sem esses cuidados a primeira fase da guerrilha não tem condições de ir adiante.”pg 37

A guerrilha comandada pelo autor do documento não viria, mais tarde, a se constituir numa exceção. Sua luta teria início no triângulo Rio-São Paulo-Belo Horizonte, “o cerco estratégico do inimigo”, e combates decisivos foram travados nesses pontos em que as Forças Armadas têm superioridade.pg 38

A guerrilha deve contar para isso com aparelhamento e organizações revolucionárias clandestinas, além de pontos de apoio em todo o país.”

Na parte referente aos métodos de condução do processo, o autor adverte que o decisivo não são “só

as armas ( . . . ) . O fator decisivo mesmo é o homem que maneja as armas e as captura ao inimigo.”pg38

“abster-se de aplicar qualquer método de banditismo, de levar a efeito qualquer ato próprio de bandido ou juntar-se a eles”.pg 39

A última fase da guerrilha seria a “sua transformação em guerra de manobras”. As condições para atingi-la estariam asseguradas pelo “crescimento político da guerrilha, crescimento de sua potência de fogo, o aparecimento da retaguarda, a criação do exército revolucionário c a mudança da forma principaldas ações de combate”. Só nessa terceira fase da luta — praticamente a sua etapa final —, “o objetivo

político da guerrilha passa a ser conhecido pelo povo, terminando a situação em que era conhecido apenas de um círculo limitado de pessoas”.pg39

Em A Crise Brasileira, dissera que “a luta de guerrilhas é no caso brasileiro  uma das formas de luta de resistência das massas”.

Enfim, “para que seja atingido o objetivo fundamental da guerrilha, é necessário criar o exército de origem guerrilheira, exército revolucionário capaz de aniquilar as forças armadas convencionais e de conduzir as massas à tomada do poder, destruindo o aparelho burocrático-militar do atual Estado brasileiro e substituindo-o pelo povo armado”.pg 40

“Grupos de guerrilha urbana devem ser organizados. Comitês volantes, que não têm sede fixa, e franco-atiradores são indispensáveis para manter as cidades num clima de rebelião, enquanto a guerrilha se desenvolve na área rural.”pg 41

Criar o apoio logístico nas cidades e iniciar o trabalho político junto aos camponeses são tarefas que, segundo o documento, se impõem à construção da estrutura global da guerrilha: a guerrilha não conseguirá implantar-se se não houver trabalho entre os camponeses ou se não estiver estreitamente vinculada a eles e não contar com o seu apoio.”41

O Agrupamento — ou a Organização — seriam grupos revolucionários sob o comando geral da guerrilha. Entre as tarefas exigidas à preparação dessa forma de luta estariam a “aprendizagem do tiro, a seleção e o adestramento do combatente (…) o treinamento andando a pé, acampando no mato, praticando a defesa pessoal. É preciso capturar e fabricar armas ou comprá-las, bem como munições e cartucheiras.

O material clandestino deve ser impresso e distribuído pelos grupos revolucionários. É preciso organizar imediatamente grupos de apoio financeiro para obtenção de fundos para a caixa da guerrilha.” As sugestões técnicas, prescindindo de fundamentação política, prosseguem no texto: “Devem ser criados grupos de sabotagem nas cidades, bem como grupos armados. Inclusive os que são compostos por operários e por camponeses devem treinar por sua própria conta e dirigir-se para a guerrilha tão logo seja esta desencadeada.”pg 41

“Grupos de guerrilha urbana devem ser organizados. Comitês volantes, que não têm sede fixa, e franco-atiradores são indispensáveis para manter as cidades num clima de rebelião, enquanto a guerrilha se desenvolve na área rural.”

O documento sugere ainda que “a agitação política das massas” seja feita pela “distribuição de volantes nas portas de fábricas e no seu interior, e com pinturas murais defendidas por grupos armados.

O Agrupamento Comunista de São Paulo passara a constituir-se numa organização revolucionária denominada Ala Marighella, posteriormente chamada de ALN — Ação Libertadora Nacional- PG 45

O grupo de estudantes dominicanos comungava os impasses e as opções de uma expressiva parcela de nossa geração universitária. Frei Ratton, Frei Ivo, Frei Magno e Frei Tito eram alunos da Universidade de São Paulo. Os três primeiros vinham da turma dos doze noviços de 1965, da qual Frei Osvaldo e eu fazíamos parte. PG 47

Embora filho de uma das mais ricas famílias de Minas, Ratton possuía uma simplicidade sertaneja, embora muito inteligente, os óculos caídos à ponta do nariz, a barriga estufada sobre a fivela do cinto, um modo engraçado de falar das coisas mais sérias. Fomos companheiros na JEC de Belo Horizonte, onde conhecemos Henriquinho que, mais tarde, adota o nome de Henfil e inspira-se na figura de Ratton para criar o mais apreciado dos fradinhos, o Baixinho. Frei Ivo, eu o conhecera na JEC do Rio, entre os anos de 1962-64, enquanto lá estive como dirigente nacional do movimento.Frei Beto pg 47

Como chefe de reportagem, eu me encontrava ainda, no início de 1969, na Folha da Tarde. Morava próximo ao jornal, numa pequena comunidade dominicana, à Rua Rego Freitas, 530, no Centro de São Paulo.

Trocar de nome dá sensação de vida nova ,só então compreendi por que os institutos religiosos dotavam esse costume ao receber seus noviços.pg 50

Victor codnome Frei Beto na clandestinidade.

Depois de escrever 50 pg em apologia a guerrilha e o terrorismo, Frei Beto começa a fazer citações bíblicas.

Em contato secreto com mariguella eu recebi a seguinte incumbência:

Ele (Mariguella), soubera que eu estava de mudança para o Rio Grande do Sul e queria que eu aceitas se acompanhar, em Porto Alegre, a passagem de refugiados políticos que se destinavam a entrar no Uruguai para, em seguida, viajar a Europa. Seria uma ajuda a todos que precisassem deixar o país, independente de siglas políticas, e não um serviço exclusivo à AI.N. Aceitei o pedido, ciente de que ele se adequava à tradição da Igreja de auxílio a refugiados políticos.pg 54

Preocupado com a minha segurança, um amigo ofereceu-me um documento frio. O uso de nomes falsos não é comum apenas em missões diplomáticas sigilosas. Justifica-se também em situações arriscadas, quando se trata de preservar este bem maior que é a vida. p54

Mas a carteira de identidade com a minha foto e o nome de “Ronaldo Matos” só me chegou às mãos em outubro de 1969.

Foi todo mundo preso. Toda a liderança estudantil: você, Vladimir Palmeira, Luís Travassos, Zé Dirceu.

Repórter da Folha da Tarde incumbido de cobrir as atividades estudantis de 1968, conheci Zé Dirceu na Rua Maria Antônia, quando ele assumia a presidência da UEE (União Estadual dos Estudantes). Alto, magro, rosto anguloso, sorriso largo e límpido, cabelos finos c fartos caídos sobre os ombros, emoldurando os olhos, falava rápido quando aflito, atropelando sílabas ou, como bom mineiro, engolindo as pontuações. Protegia-o um bem-montado esquema de segurança, o que lhe facilitava a presença rápida e a palavra corajosa nos comícios-relâmpagos. Para ele, eu não passava de um estranho repórter que fazia perguntas indiscretas e, por vezes, diretamente políticas, deixando-lhe aimpressão de, quem sabe, ser um agente dos órgãos de informação disfarçado em jornalista…pg 64

O seqüestro do embaixador norte-americano foi o início do fim. O futuro reservaria a eles caminhos diferentes. Mais velhos, experientes c cautelosos, anos depois a anistia parcial de 1979 traria de volta ao país Vladimir Palmeira,Flávio Tavares, José Ibrahim e José Dirceu.pg 64

Dizia-se que Leonel Brizola entrara clandestinamente no Rio Grande do Sul para organizar grupos de guerrilha, que Lamarca atravessara a fronteira, que os tupamaros uruguaios estabeleciam, em terras gaúchas, contatos com os revolucionários brasileiros. Pg 81

Os jornais daquela quarta-feira, 5 de novembro de 1969, noticiavam em manchete que Marighella fora morto numa emboscada na Alameda Casa Branca, em São Paulo, sem referências a meu nome.

Passei o dia lendo e relendo cada reportagem, tentando adivinhar o que realmente se passara por detrás da prisão dos dominicanos e do assassinato do comandante revolucionário. Como jornalista, eu aprendera que a notícia não pode ser lida literalmente. Enfocada do ponto de vista dos órgãos de segurança, ela encobre a perspectiva dos que são tratados como terroristas, bandidos e traidores. Meu esforço era descobrir nas entrelinhas, por baixo dos adjetivos, como os fatos se deram. Pg 84

Entre 17 e 19 de julho de 2004 um pequeno grupo de brasileiros foi recebido pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e lhe entregou um manifesto de apoio à sua gestão e a favor de sua permanência no cargo até o final do mandato. No pequeno grupo estava o escritor Fernando Morais, autor de Olga e Chatô, o Rei do Brasil, entre outras biografias. Também estava Ariovaldo Ramos, presidente do conselho da ONG cristã Visão Mundial, pastor da Comunidade Cristã Reformada (CCR) e membro da equipe pastoral da Igreja Batista da Água Branca, ambas em São Paulo.

Com a mesma ferramenta (engenharia social), infiltração e recrutamento, os remanescentes da Teologia da Libertação, que tiveram apoio da igreja católica para fugir no regime militar e utilizar de estória de cobertura de Freis que com o tempo foram legitimados pela santa igreja católica, agora criam a missão integral ou missao na integra como prefere chamar o reverendo Ariovaldo Ramos, Líder evangélico brasileiro, que disse que “Todos os que, em todo lugar, lutam pela erradicação da pobreza, pela emancipação do ser humano, e por justiça e acesso ao direito para todos, tiveram, em Hugo Chávez, uma referência de compromisso para com o pobre, para com o despossuído, para com o injustiçado.” A declaração foi feita por Ariovaldo Ramos, considerado um dos “profetas” da Teologia da Missão Integral — que, de acordo com ele mesmo, é a vertente protestante da marxista Teologia da Libertação.

Ariovaldo, que é filho espiritual de Caio Fábio também fundador da missão integral no Brasil, não louvou a Deus por pregar o Evangelho ao ditador venezuelano que detestava Israel e amava os ditadores de Cuba, Irã e outros países marcados pela sanguinária perseguição aos cristãos. Ele louvou a Deus como se Chávez tivesse sido um grande exemplo de espiritualidade, integridade e amor.

A única referência importante de Chávez era como ditador marxista.

Sei que pastores protestantes podem ser enganados. Isso aconteceu na Alemanha nazista, com a cegueira dos pastores que apoiaram o populista Hitler. Está acontecendo nos EUA, com pastores apoiando o populista Obama. E está acontecendo no Brasil, com pastores que apoiaram o populista Lula e hoje apoiam a populista Dilma Rousseff.Ariovaldo Ramos fez campanha para Dilma em praça publica.

Na comitiva, veio Ariovaldo Ramos, que se encontrou com o ditador venezuelano representando os evangélicos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Para os desanimados pastores venezuelanos, ficou a impressão trágica de que Ariovaldo, em seu entusiasmo pelo marxismo reinante na Venezuela, representou os sentimentos da população evangélica do Brasil.

Não lamento a ida de Hugo Chávez às profundezas do inferno. Mas lamento que um líder que se diz evangélico deturpe o caráter de Deus, que quando encarnado em Jesus Cristo, não quis continuar fazendo multiplicação de pães a fim de evitar ser populista.

Lamento profundamente que Ariovaldo tenha confundido o Pão da Vida com as migalhas de Chávez e sua religião marxista.

Em seu lamento de puxa-saco, Ariovaldo disse: “o melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!” Fonte: www.juliosevero.com

Outra peça chave da missão integral no Brasil é o reverendo Caio Fabio:

“Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo’. Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja”. — Confissão de Caio Fábio.[1]

“Temos a obrigação de entrar de cabeça na campanha do Lula… Vote em quem tem ética. Vote no PT”. — Declaração do Bispo Carlos Rodrigues.[2]

O namoro político dos evangélicos com Lula não aconteceu por acaso. Começou com a ajuda de dois cupidos da esquerda fantasiados de homens que estavam humildemente fazendo a vontade de Deus: Caio Fábio e Bispo Carlos Rodrigues, um dos fundadores da Igreja Universal do Reino de Deus. Os dois disputam ombro a ombro a posição de quem mais colaborou para conduzir muitas ovelhas evangélicas a votar em Lula para presidente em 2002.

O projeto virou realidade em 2002, quando o diretório nacional do PT em São Paulo distribuiu para muitas igrejas evangélicas do Brasil inteiro o documento “Manifesto de Evangélicos”, comprovando esse apoio. Entre outras declarações ousadas, o manifesto afirmava:

Apoiamos Lula para Presidente porque reconhecemos que várias propostas do seu Programa de Governo se identificam com a vocação profética da Igreja de Jesus Cristo.

Uma outra razão para apoiarmos Lula é a experiência que comunidades evangélicas têm tido com administrações do seu partido, que têm sido verdadeiras parceiras na construção do nosso País. Essas experiências têm dado provas de que tais relações podem ajudar na viabilização dos nossos ideais, sempre na perspectiva do Estado laico e da autonomia das comunidades religiosas.

Por último, expressamos publicamente nosso apoio à candidatura de Lula para contrapor os maldosos e inconseqüentes boatos que têm levado alguns a entenderem que sua chegada à Presidência da República irá obstruir a caminhada das Igrejas Evangélicas.

O documento vinha assinado pelos seguintes líderes cupidamente flechados:

NILSON FANINI
Pastor da Igreja Batista, ex-presidente da Aliança Batista Mundial e presidente da Convenção Batista Brasileira

SILAS MALAFAIA
Pastor da Igreja Assembléia de Deus do CIMEB (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil)

ROBSON RODOVALHO
Bispo fundador e presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra

JABES ALENCAR
Pastor Igreja Assembléia de Deus no Bom Retiro, Presidente do CPESP (Conselho de Pastores do Estado de São Paulo)

ESTEVAM HERNANDES
Apóstolo fundador e presidente da Igreja Renascer em Cristo

GUILHERMINO CUNHA
Pastor presidente da Sociedade Bíblica do Brasil e vice-presidente do Supremo Concílio Presbiteriano

JORGE LINHARES
Pastor fundador e presidente da Igreja Batista Getsêmani

GETÚLIO MAPA
Pastor da Casa da Benção do Rio de Janeiro

KEN JIKIKUCC
Pastor da Comunidade Evangélica da Barra e organizador Marcha para Jesus

IDEKAZO TAKAYAMA
Pastor da Igreja Assembléia de Deus Nipo Brasileira

PAULO LOKMAN
Pastor da Igreja Metodista

CALEB MOREIRA
Pastor da Igreja Evangélica Rocha Eterna

ANTÔNIO GEAM
Pastor da Igreja Evangélica Congregacional da Relva

FÁBIO LEÃO
Pastor da Igreja Socorrista Evangélica

ROBINSON CAVALCANTE
Bispo da Igreja Anglicana

EVERALDO DIAS
Pastor da Igreja Assembléia de Deus

BENEDITO DOMINGOS
Vice-Governador do DF e membro da Assembléia de Deus Madureira

LOURENÇO VIEIRA
Pastor da Convenção Batista Brasileira

ROSINHA GAROTINHO
Governadora eleita no Estado do Rio de Janeiro (PSB), Igreja Presbiteriana

BISPO RODRIGUES
Deputado Federal do Rio de Janeiro (PL), Bispo Igreja Universal do Reino de Deus

ANTHONY GAROTINHO
Ex-Governador do Rio de Janeiro (PSB), Igreja Presbiteriana

MARINA SILVA
Senadora do Acre (PT), Igreja Assembléia de Deus

WALTER PINHEIRO
Deputado Federal da Bahia (PT), Igreja Batista

GILMAR MACHADO
Deputado Federal de Minas Gerais, Igreja Batista

BISPO WANDERVAL DE JESUS
Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus

MAGNO MALTA
Senador Espírito Santo (PL), Ex-presidente da CPI do Narcotráfico e fundador do projeto bem-viver, Igreja Batista

MARCELO CRIVELLA
Senador eleito do Rio de Janeiro (PL), Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus

BENEDITA DA SILVA
Governadora do Rio de Janeiro (PT), Igreja Presbiteriana

WASNI DE RAURE
Deputado Distrital (PT), Igreja Batista

RAMON VESLASQUEZ
Prefeito de Rio Grande da Serra, Igreja Batista Missionária

ALMIR OLIVEIRA MOURA
Deputado Federal do Rio de Janeiro (PL), pastor representante da Igreja Internacional da Graça

Cada um desses pastores, bispos, apóstolos e líderes fez com o PT o acordo formal de apoiar Lula. Por causa deles, igrejas e denominações inteiras entraram de cabeça na campanha pró-PT.

Tem se comprometido em apoiar e incentivar as comunidades terapêuticas ligadas às entidades religiosas que lidam com crianças, adolescentes, drogados, mendigos e dependentes químicos, dando-lhes todo o suporte necessário para sua ação social.

CARTA À IGREJA BRASILEIRA

“POR QUE ESTAMOS APOIANDO LUIZ INACIO LULA DA SILVA PARA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA”.

LULA merece um voto de confiança de nossa sociedade… LULA, hoje, é um dos mais credibilizado líder de nossa Nação.

LULA tem firmado com a igreja evangélica um compromisso de parceria na construção social, removendo o estigma de que os evangélicos apenas são procurados por ocasião das eleições. Tem também declarado acreditar nos valores maiores das ESCRITURAS SAGRADAS, como DEUS, FAMÍLIA, MORAL, ÉTICA, LIBERDADE RELIGIOSA, DEMOCRACIA E A OPÇÃO PELOS POBRES.

Assim, vimos anulado o discurso atribuído a Lula e ao PT, de que são nocivos ao Evangelho, demonstrando que atitudes radicais que foram tomadas em outros governos petistas foram iniciativa isolada, gerada por excesso de qualquer coisa, menos de maturidade.

Após o primeiro turno, as lideranças evangélicas nacionais que se aglutinaram em torno da candidatura do nosso irmão Anthony Garotinho (RJ), seguiram caminhos diferentes. Alguns se decidiram pelo candidato do atual governo, enquanto os outros, como o próprio governador Garotinho, os recém eleitos senadores Magno Malta (ES) e Marcelo Crivella (RJ), o deputado federal Bispo Rodrigues (RJ), e outros, dentre os quais estamos nós, optamos pela candidatura pró Lula.

É claro que a igreja do Bispo Robson não é o maior exemplo de fanatismo pró-PT. A Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) e outras denominações protestantes liberais são, há muitos anos, descaradas no seu apoio ao PT, MST e outras ideologias esquerdistas radicais.

Houve também estranhas direções espirituais na vida de evangélicos que estavam apoiando Lula. Valnice Milhomens, por exemplo, contou que, guiando-se por profecias, ela “sabia” exatamente o que Deus queria para o Brasil. Em entrevista intitulada “Eu sigo o comando de Deus”, à revista Eclésia (sucessora da revista Vinde, de Caio Fábio), ela declarou: “Ora, Deus havia me dito que… o Brasil seria governado pelo PT. Eu sabia que o Lula é que deveria ser eleito. Creio que o presidente, acima de tudo, é fruto de nossas orações… Deus vai usar o governo de Lula para levar o Brasil a conquistas”. (Revista Eclésia, setembro de 2003, págs. 26,27)

A primeira tentativa de dar uma boa imagem para Lula no meio evangélico ocorreu em 1994, quando um programa evangélico, pela primeira vez na história do Brasil, apresentou um candidato a presidente (Lula) e suas propostas. O programa, dirigido por Caio Fábio e contando com a presença naquela ocasião de Valnice Milhomens, alegou neutralidade política, porém pouco tempo depois o nome dele aparece entre as personalidades escolhidas para compor a campanha do candidato Lula, conforme informação que se encontra no site oficial do PT.[11] Na época em que começou a cair em escândalos graves, Caio Fabio estava ativo no apoio a Lula. De acordo com a Agência Estado, ele chegou a buscar contato com o ditador iraquiano Saddam Hussein, a fim de promover um documento que ajudaria Lula a vencer as eleições, num negócio envolvendo 30 milhões de dólares.[12] É um mistério quais e quantos contatos Caio pode ter tido com a ditadura do Iraque, porém o que não é mistério é que depois que os americanos depuseram o ditador iraquiano, Caio se enfureceu e vociferou, em vários artigos, sermões escatológicos contra o presidente americano George Bush, chegando a chamá-lo de “besta”. Quanto aos pastores americanos que apoiaram Bush nessa questão, Caio lhes reservou também um pouco de sua ira, chamando-os de “líderes medíocres”

Na eleição presidencial atual, Caio Fábio aponta para a solução dele: Marina Silva. (Veja aqui entrevista dele dando destaque especial à formação fundamental da teologia da libertação no cristianismo de Marina: http://www.youtube.com/watch?v=ZGvsIXajiVs) E sua colega Valnice Milhomens faz a mesma indicação, elogiando a candidata .

. Durante congresso da Missão Integral em 2013 na igreja Batista da Lagoinha, Pastor Antonio Carlos da costa, defendeu a desmilitarização e afirmou que foi ele que criou o caso Amarildo. Antônio Carlos Costa Pastor presbiteriano desde 90 na BARRA DA  tijuca, fundou a ONG, Rio de Paz.  O Rio de Paz é filiada ao Departamento de Informação Pública da Organização das Nações Unidas, onde denuncia diariamente policiais do Rio de Janeiro.

Portanto verificou se que a missao integral é um projeto de infiltraçao político nas igrejas evangélicas afim de implantar as metas do Foro de São Paulo.

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